Plus qu'un concours, un engagement
Edição
Um ano a representar a comunidade cabo-verdiana do Luxemburgo.
Miss Cabo Verde Luxembourg não é um concurso de beleza. É um mandato de um ano, com um projeto social seu. Onze mulheres fizeram-no desde 1998.
MISS CABO VERDE LUXEMBOURG é muito mais do que um concurso. É um espaço de expressão, descoberta e afirmação para as jovens mulheres cabo-verdianas, permitindo-lhes revelar o seu potencial e tornarem-se protagonistas da mudança. A nossa ambição é formar uma embaixadora cultural e social, portadora de um projeto capaz de inspirar e mobilizar toda a comunidade.
Salette Rocha Fonseca, presidente
Edição 2027. O que se ganha, e o que é preciso para entrar.
Um ano de mandato, e um projeto social que é seu.
O que a eleita assume, e o que o comité garante.
Durante doze meses, a eleita representa a comunidade cabo-verdiana do Luxemburgo em eventos: festas, cerimónias, mesas de instituições, a Embaixada de Cabo Verde.
Cada candidata entrega uma ideia de projeto social já na inscrição, e a eleita desenvolve o seu no Luxemburgo ao longo do mandato. Entre os prémios previstos no regulamento está uma viagem a Cabo Verde, com uma ação solidária no destino.
Antes da final há preparação: ateliers de oratória e de autoconfiança, coaching de palco, ensaios e sessões fotográficas. A final é decidida por um júri de cinco a sete pessoas independentes do comité.
O regulamento tem oito artigos e responde a tudo o resto. Ler o regulamento
Acervo de 1998 a 2027
As nossas Misses











Onze mulheres eleitas entre 1998 e 2018. Nem todas as fotografias estão publicadas: entram à medida que as autorizações chegam. A galeria tem o arquivo completo, ano a ano.
A comunidade que a eleita representa.
Há mais cabo-verdianos fora das ilhas do que dentro delas. O comité trabalha desse lado, no Luxemburgo, desde 1998, com cinco pessoas voluntárias.
- Em Cabo Verde
- 491 233 residentes, contados no Censo de 2021. Fonte: INE Cabo Verde, RGPH 2021.
- Fora do arquipélago
- As estimativas vão de 700 mil a cerca de um milhão e meio de cabo-verdianos e descendentes. É um intervalo, não uma contagem: não há censo da diáspora, e o número certo ninguém o sabe.
